Letra — Romualdo, Meu Alicerce
Romualdo, Meu Alicerce” (versão bossa/samba - referencia Benito di Paula)
(Intro – suave, violão e piano)
No tempo manso da vida
Tem nome que vira canção…
(Verso 1)
Veio do Pará ainda moço
Com coragem no olhar
Trouxe no peito um propósito
Sem nunca nada cobrar
Estendeu tantas mãos
Sem medir nem pensar
Fez do pouco um abraço
Pra quem precisava se achar
(Pré-refrão)
E eu tão pequeno, aprendendo
No jeito simples de amar
Seus conselhos viraram caminho
Que eu sigo sem me perder
(Refrão)
Romualdo, meu velho amigo
Pai da vida, meu chão
É alicerce que o tempo não leva
É raiz no meu coração
Noventa e três histórias vividas
De amor pra compartilhar
Quem tem você por perto
Tem motivo pra acreditar
(Verso 2)
Homem de tantos amores
De riso fácil e bom
Na roda gosta de música
E uma chiboquinha no som
Olhar que guarda o mundo
E ensina sem precisar falar
Presença que é abrigo
Pra quem quiser descansar
(Ponte – bossa, mais suave)
E o tempo passa devagar
No compasso do seu viver
Tem carinho em cada gesto
E verdade em cada ser
(Refrão – mais cheio, com coro suave)
Romualdo, meu velho amigo
Pai da vida, meu chão
É alicerce que o tempo não leva
É raiz no meu coração
Noventa e três histórias vividas
De amor pra compartilhar
Quem tem você nessa vida
Tem sorte de te chamar…
(Final – intimista)
De pai…
De amigo…
De lar…

